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	<title>Comments on: Graceful degradation é tudo sobre Acessibilidade</title>
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	<description>Tableless - Desenvolvimento inteligente com padrões web</description>
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		<title>By: santana</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-137142</link>
		<dc:creator>santana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 21:28:11 +0000</pubDate>
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		<description>Muito legal a matéria, eu estou começando a estudar agora sobre acessibilidade, mas já vi que é fundamental
Bjs Juliana Santana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal a matéria, eu estou começando a estudar agora sobre acessibilidade, mas já vi que é fundamental<br />
Bjs Juliana Santana</p>
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		<title>By: CSS3: Cantos arredondados, sombras e degradês até no IE &#124; Klaus Laube</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-136492</link>
		<dc:creator>CSS3: Cantos arredondados, sombras e degradês até no IE &#124; Klaus Laube</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 15:02:45 +0000</pubDate>
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		<description>[...] do Chrome (que já segue a especificação do W3C). A dica que eu dou é a seguinte: Utilize Graceful Degradation, ou seja, escreva seus estilos com CSS3, e vá adicionando exceções para suportar os demais [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do Chrome (que já segue a especificação do W3C). A dica que eu dou é a seguinte: Utilize Graceful Degradation, ou seja, escreva seus estilos com CSS3, e vá adicionando exceções para suportar os demais [...]</p>
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		<title>By: @font-face possibilita utilizar fonts externas em websites. Você já pode utilizar essa regra agora. &#171; Diego Alves</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-136255</link>
		<dc:creator>@font-face possibilita utilizar fonts externas em websites. Você já pode utilizar essa regra agora. &#171; Diego Alves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 13:35:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] que você pode imaginar. Mesmo assim há alguns entraves que chateiam. Entretando, se você pratica Gracefull Degradation, vai achar uma [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que você pode imaginar. Mesmo assim há alguns entraves que chateiam. Entretando, se você pratica Gracefull Degradation, vai achar uma [...]</p>
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		<title>By: Progressive Enhancement versus Graceful Degradation &#124; Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-136206</link>
		<dc:creator>Progressive Enhancement versus Graceful Degradation &#124; Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 14:45:14 +0000</pubDate>
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		<description>[...] que era o HTML5, o Elcio &#8211; ele mesmo &#8211; da Visie disse que Progressive Enhancement e Graceful Degradation eram a &#8220;mesma coisa&#8221;. Eu discordava dele porém não continuei o assunto porque essa [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que era o HTML5, o Elcio &#8211; ele mesmo &#8211; da Visie disse que Progressive Enhancement e Graceful Degradation eram a &#8220;mesma coisa&#8221;. Eu discordava dele porém não continuei o assunto porque essa [...]</p>
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	<item>
		<title>By: 4 &#8211; Victor Cavalcante discute web semântica, HTML5, ASP.Net MVC, jQuery, carreira, e mais &#171; Tecnoretórica</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135765</link>
		<dc:creator>4 &#8211; Victor Cavalcante discute web semântica, HTML5, ASP.Net MVC, jQuery, carreira, e mais &#171; Tecnoretórica</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:33:24 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Graceful Degradation [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Graceful Degradation [...]</p>
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		<title>By: MAQ</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135744</link>
		<dc:creator>MAQ</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 21:26:49 +0000</pubDate>
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		<description>Apesar de antigo, o tema parece moderno pelo grande número de pessoas que o ignoram. Parece que algumas pessoas ignoram que acessibilidade web é lei e até a regulamentação da lei está errada, pois tira o caráter universal da acessibilidade para tornar obrigatória a acessibilidade somente para pessoas com deficiência visual e portais do governo, isso é, até  o decreto 5296. Agora com a emenda constitucional feita pelo decreto legislativo 186, acessibilidade é para todas as deficiências e para governo e empresas privadas e já está em vigor, podendo ser usada.

Daí dá vontade de ir em alguns sites, inclusive desenvolvidos  por pessoas que acham que ao fazer acessibilidade vão fazer vários sites (risos) e não uma versão única para todos, uma web para todos, e colocar o cliente na justiça.

É facílimo discutir acessibilidade  por quem não precisa dela. Sou cego, é básico para mim. Sou um consumidor, trabalhei a vida inteira no SERPRO, filial Rio, para hoje ter meu apartamento próprio  na zona sul do Rio, de 3 quartos, com ar condicionado em todos os cômodos, geladeira, fogão, sofá de marca, mesa com tampo de vidro e seis cadeiras, um televisor em cada quarto etc. Não estou aqui esbanjando riquesa, mas o consumo comum de qualquer carioca que tenha trabalhado mais de 25 anos em empresa do governo e feito algo nela. Hoje temos cegos como juízes, promotores públicos, empresários de bares e restaurantes noturnos, consultores de toda a ordem de negócios.

Já foi dito aqui que web não é só para cegos, mas alguns lêem que a web não é para cegos. Se vou visitar um site de carros, nenhum deles tem acessibilidade para eu escolher o modelo que eu queira. Quando encontro um é nele que vou, para depois me dirigir à loja física já tendo uma ideia do que eu quero, elogiar a loja de vendas e dizer o motivo pelo qual estou ali. Tiveram a dignidade  de me considerar humano e consumidor.

Em 2000 eu era 1 de 300.000 (trezentos mil) cegos no Brasil. A maioria na web, nem que em suas instituições de abrigo. Mas esses caras existem, comem, se vestem, são um tipo de consumidor, da mesma forma que faço parte de outro tipo. Entretanto, se levarmos o decreto  no que ele diz, a obrigatoriedade  não é para cegos, mas para pessoas com deficiência visual. Não somos 300.000 pessoas com deficiência visual, somos 16 milhões. Desde aquele que não enxerga, passando por aqueles que enxergam vultos, por aqueles que enxergam uma pessoa sem distinção do gênero, a não ser pela voz, até aqueles que basta abrir bem os olhos e aproximarem  o rosto da tela aumentanto um pouco a fonte... de todos esses somos 16 milhões. Mas agora, com o decreto legislativo 186, o decreto perde sua força inibidora da universalidade, embora ainda restrita, e diz que acessibilidade é para todas as deficiências. Assim, aquele paralisado cerebral que enxerga, mas que tem pouca ou nenhuma coordenação  nas mãos para o mouse, as tem para o teclado com a ajuda de uma colméia... que não vou explicar aqui, mas que pode também ficar muito chateado  porque ele, como eu, somos invisíveis  para desenvolvedores  moderníssimos, inteligentíssimos, mas que não sabem desenvolver uma web para todos. Só sabe desenvolver uma web para a sua competência. Somos 26 milhões de pessoas com deficiência no Brasil e somos tão ricos e tão pobres quanto o resto da população, porque acidentes não dão só em pobres, cegueira, paralisia cerebral, amputações, tudo. Parece que não estou sendo elegante falando assim abertamente os nomes das deficiências, parece que elas dão medo, angústia, constrangimento... E não passam de pessoas , consumidores, gente que os moderníssimos e inteligentes  não possuem inteligência suficiente para incluir-nos. Mas agora é lei... e não é só para portais do governo.

Mas em falar em universalidade, saibam que faço acessibilidade para todos, inclusive para os que não têm deficiência. Páginas mais rápidas de serem carregadas, todas com web standards, acessibilidade e usabilidade, que significa gente mais satisfeita em seus sites e clientes, mesmo ignorantes do assunto, achando uma sorte nos ter encontrado. Meus sites são bem carregados em qualquer resolução, em qualquer navegador, para qualquer tecnologia assistiva que, para quem não sabe, são tecnologias que nos permitem navegar, nos distrair, comprar, skypar, msn izar e dar um clique, ou melhor, para mim um enter, para o site da empresa concorrente mais acessível. E ainda teríamos de separar sites acessíveis de acessáveis, só por uma questão de conforto.

Um abraço acessível a todos  os standardistas que pensam em acessibilidade e usabilidade e um &quot;até o futuro&quot; para aqueles que ainda acham que acessibilidade web ainda é um franguinho magro para o capitalismo gordo.

Abraços acessíveis e fáceis de usar do MAQ.  como público alvo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de antigo, o tema parece moderno pelo grande número de pessoas que o ignoram. Parece que algumas pessoas ignoram que acessibilidade web é lei e até a regulamentação da lei está errada, pois tira o caráter universal da acessibilidade para tornar obrigatória a acessibilidade somente para pessoas com deficiência visual e portais do governo, isso é, até  o decreto 5296. Agora com a emenda constitucional feita pelo decreto legislativo 186, acessibilidade é para todas as deficiências e para governo e empresas privadas e já está em vigor, podendo ser usada.</p>
<p>Daí dá vontade de ir em alguns sites, inclusive desenvolvidos  por pessoas que acham que ao fazer acessibilidade vão fazer vários sites (risos) e não uma versão única para todos, uma web para todos, e colocar o cliente na justiça.</p>
<p>É facílimo discutir acessibilidade  por quem não precisa dela. Sou cego, é básico para mim. Sou um consumidor, trabalhei a vida inteira no SERPRO, filial Rio, para hoje ter meu apartamento próprio  na zona sul do Rio, de 3 quartos, com ar condicionado em todos os cômodos, geladeira, fogão, sofá de marca, mesa com tampo de vidro e seis cadeiras, um televisor em cada quarto etc. Não estou aqui esbanjando riquesa, mas o consumo comum de qualquer carioca que tenha trabalhado mais de 25 anos em empresa do governo e feito algo nela. Hoje temos cegos como juízes, promotores públicos, empresários de bares e restaurantes noturnos, consultores de toda a ordem de negócios.</p>
<p>Já foi dito aqui que web não é só para cegos, mas alguns lêem que a web não é para cegos. Se vou visitar um site de carros, nenhum deles tem acessibilidade para eu escolher o modelo que eu queira. Quando encontro um é nele que vou, para depois me dirigir à loja física já tendo uma ideia do que eu quero, elogiar a loja de vendas e dizer o motivo pelo qual estou ali. Tiveram a dignidade  de me considerar humano e consumidor.</p>
<p>Em 2000 eu era 1 de 300.000 (trezentos mil) cegos no Brasil. A maioria na web, nem que em suas instituições de abrigo. Mas esses caras existem, comem, se vestem, são um tipo de consumidor, da mesma forma que faço parte de outro tipo. Entretanto, se levarmos o decreto  no que ele diz, a obrigatoriedade  não é para cegos, mas para pessoas com deficiência visual. Não somos 300.000 pessoas com deficiência visual, somos 16 milhões. Desde aquele que não enxerga, passando por aqueles que enxergam vultos, por aqueles que enxergam uma pessoa sem distinção do gênero, a não ser pela voz, até aqueles que basta abrir bem os olhos e aproximarem  o rosto da tela aumentanto um pouco a fonte&#8230; de todos esses somos 16 milhões. Mas agora, com o decreto legislativo 186, o decreto perde sua força inibidora da universalidade, embora ainda restrita, e diz que acessibilidade é para todas as deficiências. Assim, aquele paralisado cerebral que enxerga, mas que tem pouca ou nenhuma coordenação  nas mãos para o mouse, as tem para o teclado com a ajuda de uma colméia&#8230; que não vou explicar aqui, mas que pode também ficar muito chateado  porque ele, como eu, somos invisíveis  para desenvolvedores  moderníssimos, inteligentíssimos, mas que não sabem desenvolver uma web para todos. Só sabe desenvolver uma web para a sua competência. Somos 26 milhões de pessoas com deficiência no Brasil e somos tão ricos e tão pobres quanto o resto da população, porque acidentes não dão só em pobres, cegueira, paralisia cerebral, amputações, tudo. Parece que não estou sendo elegante falando assim abertamente os nomes das deficiências, parece que elas dão medo, angústia, constrangimento&#8230; E não passam de pessoas , consumidores, gente que os moderníssimos e inteligentes  não possuem inteligência suficiente para incluir-nos. Mas agora é lei&#8230; e não é só para portais do governo.</p>
<p>Mas em falar em universalidade, saibam que faço acessibilidade para todos, inclusive para os que não têm deficiência. Páginas mais rápidas de serem carregadas, todas com web standards, acessibilidade e usabilidade, que significa gente mais satisfeita em seus sites e clientes, mesmo ignorantes do assunto, achando uma sorte nos ter encontrado. Meus sites são bem carregados em qualquer resolução, em qualquer navegador, para qualquer tecnologia assistiva que, para quem não sabe, são tecnologias que nos permitem navegar, nos distrair, comprar, skypar, msn izar e dar um clique, ou melhor, para mim um enter, para o site da empresa concorrente mais acessível. E ainda teríamos de separar sites acessíveis de acessáveis, só por uma questão de conforto.</p>
<p>Um abraço acessível a todos  os standardistas que pensam em acessibilidade e usabilidade e um &#8220;até o futuro&#8221; para aqueles que ainda acham que acessibilidade web ainda é um franguinho magro para o capitalismo gordo.</p>
<p>Abraços acessíveis e fáceis de usar do MAQ.  como público alvo.</p>
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		<title>By: Alex Cardoso &#187; Blog Archive &#187; Fontes externas no seu web site&#8230; sim agora é possível!</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135591</link>
		<dc:creator>Alex Cardoso &#187; Blog Archive &#187; Fontes externas no seu web site&#8230; sim agora é possível!</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2010 17:26:13 +0000</pubDate>
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		<description>[...] que você pode imaginar. Mesmo assim há alguns entraves que chateiam. Entretando, se você pratica Gracefull Degradation, vai achar uma [...]</description>
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		<title>By: @font-face – Fonts externas na web &#171; &#8230;tecnologicamente correta&#8230;</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135459</link>
		<dc:creator>@font-face – Fonts externas na web &#171; &#8230;tecnologicamente correta&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 13:29:54 +0000</pubDate>
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		<title>By: @font-face &#8211; Fonts externas na web &#124; Boas práticas de Desenvolvimento com Padrões Web</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135426</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 13:00:19 +0000</pubDate>
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		<title>By: Chris B. &#8211; idéias e pensamentos &#187; Links bacanas sobre Progressive Enhancement e Graceful Degradation</title>
		<link>http://tableless.com.br/graceful-degradation-e-tudo-sobre-acessibilidade/comment-page-1/#comment-135389</link>
		<dc:creator>Chris B. &#8211; idéias e pensamentos &#187; Links bacanas sobre Progressive Enhancement e Graceful Degradation</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 11:45:00 +0000</pubDate>
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