Web.br 2012 – Abertura

Anotações do primeiro dia do Webbr 2012.

por Diego Eis 18/10/2012 Comentários

Estive na abertura do Webbr 2012. Evento promovido pelo W3C Brasil sobre uma série de assuntos incluindo: HTML 5, Semântica, Realidade Aumentada, SEO, Empreendedorismo e outros assuntos ligados a Open Web Platform.

A abertura foi interessante. Anotei algumas coisas da palestra inicial feita pelo Luli Radfahrer.

  • Contexto. Tudo depende do contexto. As informações que carregamos e que outras pessoas carregam depende do contexto em que elas se encontram.
  • Mito. Cuidado com os mitos da desinformação.
  • A indústria fonográfica não quebrou, ela se reconfigurou. Ela entendeu que era uma música de música e não de disco de plástico (CD).
  • Outras indústrias como a de TV e do Jornal não entenderam seus mercados e como eles foram modificados.
  • Onde você ouviu primeiro sobre Barack Obama? E sobre Gripe Aviária? Atualmente você não tem uma fonte de informação apenas e não tem apenas uma fonte de informação relevante.
  • A indústria médica vai mudar furiosamente por conta das novas tecnologias focadas no usuário e que resolvem problemas reais.
  • Passamos por 6 internet:
    1. A Arpa Net
    2. A internet do modem
    3. A internet da banda larga que possibilitou um boom na criação de conteúdo
    4. Aplicativos deixam de ser apenas de firmas grandes e se tornam de qualquer um
    5. A quinta internet é a internet da núvem.
    6. É a internet da “geladeira com internet”
  • A experiência é cada vez mais integrada. A rede é quase invisível.
  • A cada nova tecnologia hoje é uma peça que permite que outras tecnologias apareçam
  • Ninguém leva a sério novas tecnologias até quando não se pode mais ignorá-las.
  • Há muito conteúdo. Precisamos de filtros.
  • Os 12 maiores sites dos EUA ocupam 97% da rede.
  • Facebook e Google querem substituir a internet? Muitas vezes a sua experiência da internet é resumida no Facebook ou outros serviços.
  • Número: o que significam?
  • 2 Bilhões de pessoas online
  • 5.3 bilhões com celulares
  • O mercado de mobiles cresce 8 vezes mais rápido do que o de PCs.
  • Amazon: 180 livros em kindle para cada edição capa dura.
  • Priceline.com: 82% reservaram hotéis a um dia da viagem. 58% a 20 milhas do hotel.
  • Paypal.com: mais de 230 milhões de contas ativas em 190 mercados.
  • Facebook: 1 bilhão de usuários. 30 bilhões de conteúdos compartilhados por mês.
  • O brasileiro é o internauta que mais tem a maior média de amigos online: 481. Já o Japão tem a média de 29.
  • A cada dia joga-se o equivalente a 125 anos de Angry Birds.
  • O telefone é muito mais que um instrumento de comunicação é um instrumento de acesso. Acesso ao ser humano.
  • Pensar em um produto diferente. Um produto mais específico, mas diferente, que não faça tudo.
  • Pense em tecnologias fora do seu ambiente convencional.
  • Como se preparar para mudanças exponenciais?
    • Observe os Generalistas e Pragmáticos… Não dá para competir com bases de dados intercalados, complexas e referenciadas.
    • Observe transparência e auditoria… O interese público é cada vez mais público.
    • Observe: Personal Hacking… Muito além da nutrição, cosmética, tatuagem e musculação.
    • Observe Objetos Inteligentes. Qual é a sua relevância?
    • Observe sobreposição do real e virtual. A separação é cada vez mas irrelevante.
    • Envelopamento. A fonte da notícia ou da informação é cada vez menos visível
    • Estrutura de trabalho e consumo. O número de tarefas incompletas tende a aumentar
    • Moedas digitais e trocas. O Fim definitivo do papel-moeda.
    • Apontar e saber. Como crianças de seis anos.
    • Curadoria. É mais importante do que o conteúdo gerado pelo usuário.
    • Faça você mesmo. De cozinha a mashups, de costura a Arduíno, de jardinagem a reformas.
    • As grandes empresas se espelham nas pequenas.
  • O Kinect deu certo por que é hackeável. É acessível para qualquer maluco que queira criar algo novo.
  • Informação deve ser contextualizada. Informação deve ser reutilizada. Hoje trabalhamos mais com informação do que com um produto físico.
  • Somos mais ricos que um rei do século 19 por conta do acesso a novas tecnologias e informações
  • Precisamos de transparência de todos os produtos e serviços que utilizamos na vida. Por exemplo, cartões de crédito.