Node.js – o back-end do front-end

O Node.js se tornou popular a partir de 2009 quando Ryan Dahl, criador do Node.js, divulgou seu projeto para o mundo. De lá para cá ele só tem crescido e ajudado o JavaScript a se popularizar ainda mais com a “Linguagem da Web”, agora, não apenas por ser praticamente onipresente na web, mas por quebrar
Node.js – o back-end do front-end

O Node.js se tornou popular a partir de 2009 quando Ryan Dahl, criador do Node.js, divulgou seu projeto para o mundo. De lá para cá ele só tem crescido e ajudado o JavaScript a se popularizar ainda mais com a “Linguagem da Web”, agora, não apenas por ser praticamente onipresente na web, mas por quebrar a barreira de ser usada apenas no front-end, passando a ser usada também no Back-end.

Se liga na Timeline legal que o Gergely Nemeth fez contando a história e os passos do Node.js:

Aqui você também consegue ver a lista de todos os contribuidores do Node.js, por ordem de contribuição. São 1417 contribuidores até agora.

Um desenvolvedor que trabalha com Node.js é um back-end ou um front-end?
Eu brinco bastante com isso com alguns front-end que se embrenham no mundo do Node.js, porque dado que podemos chamá-lo uma linguagem hack-end, o ser que começa a programar em Node.js, começa a fazer Back-end. Logo, essa divisão de front-end + back-end passa a não fazer mais sentido. Nós trabalhamos com uma linguagem de programação, que pode ser usada tanto no front, quanto no back e pronto.

A partir de uma ideia tão legal quanto o Node.js, surgiu o io.js. O io.js apareceu em Dezembro de 2014, a partir de um fork do Node feito pelo Fedor Indutny (que pela lista do Node, foi o 112 contribuidor do Node), mas que era um integrante core do time.

O problema era que entre 2014 e 2015, a quantidade de commits no projeto do Node caíram bastante e como o Node estava ganhando popularidade, isso prejudicou um bocado quem já tinha adotado a tecnologia. Além disso, a galera não estava gostando muito da forma com que a Joyent – que é a dona da marca Node.js – estava levando a governança da coisa toda. Aí você já sabe: a galera insatisfeita com o caminho que o projeto estava tomando, forkou o projeto e criaram o io.js. Mas isso nem durou tanto tempo, logo depois, em 2015, houve um merge do io.js para o projeto original, que já estava na versão 4 e os dois grupos voltaram a trabalhar juntos sobre as regras da Node.js Foundation. E desde 2016 o site do io.js recomenda o Node.js.

Nesse post, o Anand Mani fala um pouco de toda essa história que rolou entre io.js e Node.js.

Para hospedar Node.js é simples: a plataforma inteira do Node pode rodar em Linux, OS X ou FreeBSD e até em Windows. Como várias linguagens, o Node também pode ser controlada via linha de comando. Existem algumas empresas online que facilitam a hospedagem de Node.js, como a Umbler, que tem um serviço maneiro que roda o Node.js em um container Docker, com MongoDB nativo e tudo o que tem direito. Você não precisa ficar configurando servidor para lá e pra cá. Só chegar e já era.
E hoje, com hospedagem barata, não há desculpa para você não começar a aprender um pouco que seja de Node.js.

Para aprender Node.js é importante ter uma base de JavaScript, para isso existem cursos online, por exemplo, vídeos no Umbler Academy, tutoriais e comunidades no Facebook e Google+. Para quem quiser ir além, vale estar por dentro de MongoDB e Docker – duas tecnologias utilizadas pela maioria dos desenvolvedores em Node.js, de acordo com pesquisa da Node.js Foundation.

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